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Jul 9
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Em todas as mídias correm especulações sobre uma possível morte dos jornais impressos. Muitos temem pelo futuro da notícia, da democracia e até mesmo do próprio jornalismo. Outros, principalmente os mais jovens, não se preocupam tanto. Fazem uma leitura diferente do mundo.

Formar-se em meio à turbulência de tantas mudanças inexoráveis gera inquietações. Algumas iremos problematizar aqui, num TCC, que embora tenha sido, em princípio, escrito e concebido de maneira tradicional, quer se apresentar de modo interativo e multimidiático para se adequar ao seu objeto de análise: os novos tempos.

New (York) Times

Jun 28
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*** Leia abaixo este capítulo do TCC na íntegra:

Extremis malis extrema remedia” 1

O título deste capítulo sugere uma duplicidade de intenções: falar sobre o caso particular do New York Times (NYT) – na medida em que, como afirma a reportagem de André Petry, a crise dos impressos o atinge em cheio, mas sua versão online cresce e, como escreveu Petry, “com seus 20 milhões de usuários, é o maior site de jornal do mundo” – e sobre os novos tempos (sugeridos pela expressão em inglês “new times”, que significa “novos tempos”) dos impressos, abordando algumas mudanças adotadas por veículos deste meio, que, assim como o NYT, buscam responder às demandas do novo mercado aqui analisado.

Chorando sobre papel derramado

Jun 28
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Resumo do capítulo: A internet está cada vez mais sendo moldada pelos jovens, que estão consumindo/produzindo conteúdo e desenvolvendo plataformas. O Facebook e o Digg foram concebidos por empreendedores com menos de 25 anos. Estima-se que essa juventude simplesmente não sentirá falta do jornal impresso. Abordamos essa questão aqui e sugerimos também o vídeo EPIC 2014, uma espécie de documentário-ficção que narra, de forma um tanto sombria, o cenário em que o New York Times acaba como uma espécie de “newsletter impressa para a elite e para os mais velhos”.

A versão atualizada se chama EPIC 2015:

E o que a democracia tem a ver com a história?

Jun 28
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Resumo do capítulo: Essa consciência de si e do mundo da qual tratamos no capítulo (post) passado foi, segundo Kerckhove, a origem da democracia grega. Então é principalmente o cérebro sugestionado pelo alfabeto grego, onde, como vimos em Havelock, a escrita foi elevada de ferramenta para a memória a ferramenta do pensamento, que o interesse em horizontalizar as atividades políticas começou a tomar forma. Aqui, contrapomos essa ideia ao argumento de que a morte dos jornais impressos coincidiria com a morte da democracia, sob a noção de que não foi a impressão em jornais que deu origem a esse regime de governo e não será a sua extinção a dar-lhe cabo.