*** Leia abaixo este capítulo do TCC na íntegra:
“Extremis malis extrema remedia” 1
O título deste capítulo sugere uma duplicidade de intenções: falar sobre o caso particular do New York Times (NYT) – na medida em que, como afirma a reportagem de André Petry, a crise dos impressos o atinge em cheio, mas sua versão online cresce e, como escreveu Petry, “com seus 20 milhões de usuários, é o maior site de jornal do mundo” – e sobre os novos tempos (sugeridos pela expressão em inglês “new times”, que significa “novos tempos”) dos impressos, abordando algumas mudanças adotadas por veículos deste meio, que, assim como o NYT, buscam responder às demandas do novo mercado aqui analisado.
Resumo do capítulo: Fazemos aqui um apanhado (muito) geral do mercado dos impressos chegando à conclusão de que o leitor de hoje, de fato, diverge bastante daquele que por tanto tempo sustentou o modelo de negócios do jornalismo impresso. Este leitor está acostumado a encontrar informações facilmente, não apenas porque elas estão ao alcance de um clique, mas também porque estão disponibilizadas em abundância (e gratuitamente) no meio digital. Ele também pensa de forma conectada, mesmo quando não está conectado e tem obsessão pelo gratuito quase na mesma medida de sua aversão à propaganda. Além disso, está muito mais preocupado com questões relacionadas à sustentabilidade, uma delas sendo a matança indiscriminada de árvores para, entre outras coisas, produzir… papel.
Resumo do capítulo: A internet está cada vez mais sendo moldada pelos jovens, que estão consumindo/produzindo conteúdo e desenvolvendo plataformas. O Facebook e o Digg foram concebidos por empreendedores com menos de 25 anos. Estima-se que essa juventude simplesmente não sentirá falta do jornal impresso. Abordamos essa questão aqui e sugerimos também o vídeo EPIC 2014, uma espécie de documentário-ficção que narra, de forma um tanto sombria, o cenário em que o New York Times acaba como uma espécie de “newsletter impressa para a elite e para os mais velhos”.
A versão atualizada se chama EPIC 2015:
Resumo do capitulo: Problematizamos aqui a alardeada questão da morte dos impressos, levantando possíveis causas e analisando algumas reações. Abaixo, um engraçado vídeo rodado no programa The Daily Show, intitulado “End Times” e apresentado por Jason Jones.
| The Daily Show With Jon Stewart | Mon – Thurs 11p / 10c | |||
| End Times | ||||
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*** Leia abaixo este capítulo do TCC na íntegra:
*** Leia abaixo este capítulo do TCC na íntegra:
Clóvis Rossi, jornalista e colunista da Folha de S. Paulo, em uma defesa do jornal impresso, escreve no artigo intitulado “Quando o erro é anônimo” que o leitor que recebe informação através das novas mídias é prejudicado pela falta de credibilidade que permeia a internet.
O leitor, se consulta regularmente a internet, sabe que se trata de território livre para boato, informação interessada, lobbies nem sempre honestos, nem legítimos, fantasias, teorias malucas ou venenosas etc. etc. etc. Não que os jornais sejam santos ou perfeitos. Mas, em caso de erro, o leitor sabe a quem reclamar, pois tem o endereço, o telefone, o CNPJ, o e-mail, o ombudsman. Nos “twitters” da vida e seus parentes, o erro é anônimo. Pior para o leitor. (Rossi, 2009)
*** Leia abaixo este capítulo do TCC na íntegra:
Agora, aqui, veja, é preciso correr o máximo que você puder para permanecer no mesmo lugar. Se quiser ir a algum outro lugar, deve correr pelo menos duas vezes mais depressa que isso! (Lewis Carroll in Bauman, 2001: 64)