New (York) Times

Jun 28
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*** Leia abaixo este capítulo do TCC na íntegra:

Extremis malis extrema remedia” 1

O título deste capítulo sugere uma duplicidade de intenções: falar sobre o caso particular do New York Times (NYT) – na medida em que, como afirma a reportagem de André Petry, a crise dos impressos o atinge em cheio, mas sua versão online cresce e, como escreveu Petry, “com seus 20 milhões de usuários, é o maior site de jornal do mundo” – e sobre os novos tempos (sugeridos pela expressão em inglês “new times”, que significa “novos tempos”) dos impressos, abordando algumas mudanças adotadas por veículos deste meio, que, assim como o NYT, buscam responder às demandas do novo mercado aqui analisado.

Um réquiem para o jornal impresso

Jun 28
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Resumo do capitulo: Problematizamos aqui a alardeada questão da morte dos impressos, levantando possíveis causas e analisando algumas reações. Abaixo, um engraçado vídeo rodado no programa The Daily Show, intitulado “End Times” e apresentado por Jason Jones.

The Daily Show With Jon Stewart Mon – Thurs 11p / 10c
End Times
www.thedailyshow.com
Daily Show
Full Episodes
Political Humor Jason Jones in Iran

*** Leia abaixo este capítulo do TCC na íntegra:

Desenterrando a notícia

Jun 28
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Resumo do capítulo: Segundo Jeff Jarvis, o Digg é “uma comunidade em torno da confiança”. No texto deste capítulo (post) vamos falar sobre essa rede social e de como é um exemplo da meta-leitura e construção de credibilidade feita através do P2P, sobre as quais falamos em capítulos (posts) anteriores. Abaixo veja uma matéria sobre o Digg na BBC e um vídeo caseiro de uma canção em homenagem ao Digg feita pela jovem música e blogueira Kina Grannis. Este vídeo, aliás, teve um alto desempenho em termos de “diggs”, o que não é de se estranhar.

Digg na BBC:

A polêmica da credibilidade

Jun 28
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*** Leia abaixo este capítulo do TCC na íntegra:

Clóvis Rossi, jornalista e colunista da Folha de S. Paulo, em uma defesa do jornal impresso, escreve no artigo intitulado “Quando o erro é anônimo” que o leitor que recebe informação através das novas mídias é prejudicado pela falta de credibilidade que permeia a internet.

O leitor, se consulta regularmente a internet, sabe que se trata de território livre para boato, informação interessada, lobbies nem sempre honestos, nem legítimos, fantasias, teorias malucas ou venenosas etc. etc. etc. Não que os jornais sejam santos ou perfeitos. Mas, em caso de erro, o leitor sabe a quem reclamar, pois tem o endereço, o telefone, o CNPJ, o e-mail, o ombudsman. Nos “twitters” da vida e seus parentes, o erro é anônimo. Pior para o leitor. (Rossi, 2009)

Uma meta-leitura

Jun 28
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*** Leia abaixo este capítulo do TCC na íntegra:

Ainda tendemos a considerar as notícias e as reportagens como simples unidades de informação processada. Os media que transportam as notícias são encarados como suportes neutrais para armazenagem e distribuição, não como processadores de informação. Esta visão vem da nossa forma de pensar literária, que considera a imprensa o meio de informação modelo. Com a imprensa, a informação está já completa. O processador é o leitor, o agente livre. Mas agora que as máquinas estão a processar palavras e informações por nós, talvez tenhamos que ter um olhar mais duro sobre a relação entre os nossos meios e a percepção de nós próprios como consumidores e produtores autônomos de informação. (Kerckhove, 1997: 274)